Quem fizer a mínima ideia do que isto é, por favor, explique-me. Ponderem na cumplicidade, nos risos, nos olhos, nas mãos, nos abraços, nos passos, nos gritos, nos espasmos. Falem-me das gargalhadas multiplicadas, das tristezas subtraídas, das vidas divididas. Expliquem-me o que é algo que cresce nas mãos de duas crianças com sonhos ilimitados, minimamente partilhados. Regressem do futuro e tragam-me boas notícias daquilo que já nem amizade é. É talvêz, a riqueza mais sincera que possuo. Obrigada Olívia de Castro.