sexta-feira, 16 de maio de 2008

vem sentar-te comigo, Lídia, à beira do rio

É disto que eu falo todos os dias. Desta cara de anormal e do sorriso de 14 metros e meio e dos olhos giros "hoje" (os meus olhos são sempre giros e eu sou bom). És a pessoa mais estranha que eu conheço e a que eu mais gosto. Entre todas as incertezas, tu és o melhor que eu tenho e apesar de disparatar e de te espancar (diariamente) e de dizer que te odeio (constantemente) sabes, mais do que ninguém, que eu dava tudo por ti. Irritas-me profundamente quando dizes que eu sou chata e que estás farto de mim e adoro armar-me em amuada e ficar 5 segundos longe (porque não aguentas mais...) Posso não ter nada, basta-me a conjugação de tudo e nada, que és tu. Não preciso de muito mais. Preciso das tuas manias, dos teus ataques de ciumes, dos teus auto-elogios, das tuas piadas secas, das tuas caras concentradas, dos teus insultos e dos (muito poucos) elogios, dos nomes que tu inventas, dos teus abraços à deficiente e da forma super-sexy com que passeias o skate. És o meu melhor amigo e eu amo-te (a ti e à tua confiançá)