quarta-feira, 29 de outubro de 2008

É fixe estar quase a dormir e olhar para a estação do metro e ver o meu fru-fru. Primeiro pensamento: é óbvio que não é ele, a esta hora está de ressaca (outra vez). De facto, era provável que assim fosse, mas não foi. Era o meu bebé/pelinho/nelinho/gayzinho (e etc). Poisé, de facto não mudou muito: continua a usar aquela camisola cinzenta, continua com espinhas na cara e a dizer que vai tomar a pílula, continua a achar-se bom, continua a apaixonar-se todos os dias por uma rapariga diferente, continua a pensar que é o maior e que percebe tóteis de photoshop e os outros não, continua a fazer perguntas idiotas e a gozar com a minha altura. Afinal, as coisas não poderiam mudar assim tanto. Depois, também é fixe ir a casa da Marta (quando ela não está) e assistir a um "incêndio" provocado pela mãe dela na cozinha, dado que esta é pior que eu nesse aspecto. Sei que o fumo já ia quase no quarto da Marta (e diga-se de passagem que ainda é bastante longe). "ó Marta, convém ires rápido para casa, antes que a tua mãe ponha fogo ao prédio".